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Aberto o caminho

para colocações a olho

Com o Decreto-Lei n.º 51/2009, de 27 de Fevereiro, a tutela veio, nos seus termos, reconhecer que “a experiência colhida nos concursos relativos ao ano escolar de 2006 -2007 e aos anos intercalares de 2007-2008 e 2008-2009, demonstra a necessidade de se introduzirem alterações ao regime vigente, por forma que o processo concursal possa atingir valores superiores de celeridade e eficiência, essenciais à satisfação das necessidades dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas e à melhoria da qualidade do funcionamento do sistema educativo.”(SIC) Por isso e “com vista a uma maior estabilidade do corpo docente, os professores do quadro de zona pedagógica passam a integrar os quadros de agrupamento de escolas ou escola não agrupada, mediante concurso interno, sendo os seus lugares de zona pedagógica extintos à medida que vagarem.” (SIC)
No essencial, e num cenário legal que poderá considerar-se convenientemente abstracto, o legislador aprontou-se a defender que com o Decreto-Lei supra mencionado “introduz -se como factor potenciador de valorização na selecção do pessoal docente o novo modelo da avaliação do desempenho do pessoal docente, consagrado no Decreto -Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro” (SIC)
No caso particular dos educadores de infância e dos professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB), a nova orgânica terá pulverizado o vínculo daqueles profissionais de educação a determinada escola ou comunidade educativa, conferindo-lhes, no limite, o estatuto de docentes desterrados sujeitos a critérios de colocação eventualmente geradores de injustiças, perversões ou de imperdoáveis crimes pedagógicos.
Na verdade, e a partir do momento em que em educador/professor abandona um Quadro de Zona Pedagógica (QZP) ou o Quadro de Escola (QE) – que lhe permitia o vínculo a determinado estabelecimento de ensino – para integrar o Quadro de Agrupamento (QA), fica à mercê dos bons humores do(a) Director(a). Em rigor, terão sido os professores – em sede de revisão dos Regulamentos Internos dos Agrupamentos, a abrirem caminho a violentas arbitrariedades por não terem sido capazes – salvo honrosas excepções – de preverem mecanismos regulamentares que impossibilitassem »colocações a olho».
Em resumo, mesmo que subentendido o princípio da continuidade pedagógica, i.e., um professor deve ser responsável pela sua turma até ao final de ciclo (por exemplo, o mesmo docente do 1.º ao 4.º ano), a legislação aplicável é omissa quanto a outros critérios que orientem, preto no branco, a colocação dos profissionais providos nos QA e a distribuição de serviço, mormente a designação de coordenadores.
Como o recente concurso implicará a continuidade dos docentes por um período previsível de quatro anos no mesmo Agrupamento, constatou-se em Julho que se registaram profundas alterações nos quadros docentes. Ora os professores confrontam-se agora com a indefinição, a incerteza e a dúvida. Os directores de Agrupamento tomaram posse há bem pouco tempo e o risco da maioria ir para férias sem saber onde irá exercer funções é quase garantido. Num país que se apelida de promotor de choques tecnológicos, onde (quase) tudo é feito pela internet, fica a sensação terceiro-mundista de que afinal tudo ficará para decidir nas vésperas do início do novo ano lectivo, bem ao jeito das tétricas colocações manuscritas. Patético.
Em consequência, defendo que os agrupamentos adoptassem a figuram do Anexo aos seus Regulamentos Internos, contemplando a especificidades dos educadores de infância e dos professores do 1.º CEB sob a forma de Regulamento, que tivesse por objecto a definição de critérios de colocação daqueles docentes. As vagas deveriam ser atempadamente publicitadas na página electrónica do Agrupamento. Os professores deveriam então manifestar as suas preferências em documento criado para o efeito nos oito dias imediatamente subsequentes ao do resultado do concurso nacional de professores.
Sobre a sempre melindrosa questão das preferências, preconizo, por esta ordem, o seguinte enquadramento:
  1. Professor com a categoria de Professor Titular;
  2. Professores do Quadro de determinado Agrupamento colocados pelo concurso nacional anterior ao de 2009/2010;
  3. Professores do quadro de Agrupamento colocados pelo concurso nacional de 2009/2010.
Os critérios de selecção deverão ser inequivocamente claros: 1.º Graduação Profissional; 2.º Tempo de Serviço Docente naquele Agrupamento em particular; 3.º Tempo de Serviço Docente; 4.º Idade.
Os resultados teriam de ser publicitados obrigatoriamente até ao último dia útil do mês de Julho.
Por fim, dever-se-ia consagrar duas situações: 1.ª) a permanência do professor em qualquer lugar estaria sempre condicionada à decisão do órgão de administração e gestão no que respeita à sua competência na distribuição de serviço. 2.ª) estes regulamentos deveriam estar sujeitos a revisões sempre que se verificasse necessário.
No entanto, creio que o próximo ano lectivo, que promete iniciar-se com elevados níveis de conflituosidade, vá ainda destacar-se por uma inusitada acumulação de trapalhadas que chamuscarão de morte muitos directores…
José Manuel Alho
(Prof. do 1.º CEB, Licenciado em Educação Básica –
Especialização em Língua Portuguesa)

 

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Director Geral do Centro Epidemiológico: Dr. Alejandro Macías Director de Nutrição: Dr. Zubirán.

 
PERGUNTAS E RESPOSTAS:
 
1.- P: Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta de porta ou numa superfície lisa?
    R: Até 10 horas.
 
2. -P: Que utilidade tem o gel de álcool para limpar as mãos?
    R: Torna inactivo o vírus e mata-o.
 
3.- P: Qual é o meio de contágio mais eficiente deste vírus?
    R: A via aérea não é a mais efectiva para a transmissão do vírus, o factor mais importante para a fixação do vírus é a humidade (mucosa do nariz, boca e olhos),  o Vírus não voa (a não ser que a pessoa portadora do vírus espirre a menos de um metro de distância de nós).
 
4.- P: É fácil o contágio em aviões?
    R: Não, é um meio pouco propício para o contágio.
 
5.- P: Como posso evitar o contágio?
    R: Não levar as mãos à cara, olhos, nariz e boca. Não estar próximo de uma pessoa possuidora da doença. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
 
6.- P: Qual é o período de incubação do vírus?
    R: Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase de imediato.
 
7.- P: Quando se deve começar a tomar medicamentos?
    R: Dentro das 72 horas do aparecimento dos sintomas os resultados são muito bons, a cura é de 100%.
 
8.- P: Qual é a forma como se aloja o vírus no corpo?
    R: Por contacto (ao dar-se um aperto de mão ou beijar, através da mão; numa maçaneta, ou através do nariz, boca ou olhos) - vide a resposta à pergunta 3.
 
9.- P: O vírus é letal?
    R: Não, o que ocasiona a morte é a complicação da enfermidade causada pelo vírus, a pneumonia.
 
10.- P: Que riscos têm os familiares que viviam com a pessoa que faleceu?
     R: Podem ser portadores e formar uma cadeia de transmissão.
 
 
11.- P: A água das piscinas transmite o vírus?
     R: Não porque contem químicos e possui cloro.
 
12.- P: Que faz o vírus quando provoca a morte?
     R: Uma cascata de reacções como deficiência respiratória, pneumonia severa, é o que ocasiona  a morte.
 
13.- P: Quando se inicia o contágio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
     R: Desde que se possua o vírus, antes dos sintomas.
 
14.- P: Qual é a probabilidade de uma recaída com a mesma enfermidade?
     R: De 0%, porque se fica imune a este tipo de vírus.
 
15.- P: Onde se encontra o vírus no ambiente?
     R: Quando um portador espirra ou tosse(se este portador quando espirra
     Ou tosse colocar a/s mão/s na frente do rosto, deve ir lavá-las de imediato e bem, porque a seguir pode ir cumprimentar alguém, ou abrir uma porta, ou pegar num papel ou documento para entregar  a outrem, ou pegar em dinheiro para efectuar um pagamento, e o vírus pode ficar em qualquer destas superfícies), quando haja humidade. Já que não se pode esterilizar o ambiente recomenda-se uma  higiene extrema, a higiene das mãos.
 
16.- P: O vírus ataca mais as pessoas asmáticas?
     R: Sim, são pacientes mais susceptíveis, mas por se tratar de um novo germe todos somos igualmente susceptíveis.
 
17.- P: Qual é a população que é mais atacada por este vírus?
     R: Dos 20 aos 50 anos de idade.
 
 
18.- P: É útil o uso de máscaras?
     R: Há algumas de melhor qualidade que outras, mas se você está são é  contraproducente, porque os vírus pelo seu tamanho atravessam-no como se não existisse a máscara, porque com o uso contínuo desta, cria-se na zona do nariz e boca um microclima húmido propício ao desenvolvimento viral: mas se estiver infectado, deve usá-la para NÃO infectar os demais,  ainda que seja relativamente eficaz.
 
19.- P: Pode-se fazer exercício ao ar livre?
     R: Sim, o vírus não tem asas.
 
20.- P: A toma de Vitamina C não evita o contágio?
     R: Não serve de nada para prevenir o contágio deste vírus, mas ajuda a resistir ao seu ataque.
  
21.- P: Quem está a salvo desta enfermidade ou quem é menos susceptível?
     R: Ninguém está a salvo, o que ajuda é a higiene dentro de casa, escritórios, utensílios e não frequentar lugares públicos.
 
22.- P: O vírus move-se?
     R: Não, o vírus não tem patas nem asas, algo o empurra a entrar dentro do organismo.
 
23.- P: Os animais domésticos podem ser transmissores do vírus?
     R: Este vírus NÃO, provavelmente podem contagiar-nos com outros tipos de vírus.
 
 
24.- P: Se for a um velório de alguém que morreu devido a este vírus, posso contagiar-me?
     R: NÃO.
 
25.- P: Qual é o risco deste vírus em mulheres grávidas?
     R: As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas em dobro, podendo tomar
     Os antivirais em caso de contágio, mas estritamente com controlo médico.
 
26.- P: O feto pode ficar com lesões se uma mulher grávida for contagiada com este vírus?
     R: Não sabemos que estragos possam criar no processo, já que é um novo   vírus.
 
27.- P: Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?
     R: Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, salvo se tiver sido prescrito por problemas coronários, nesse caso continue tomando.
 
28.- P: Serve de algo tomar antivirais antes dos sintomas?
     R: Não serve de nada.
 
29.- P: As pessoas com HIV, diabetes, sida, cancro etc., podem ter maiores  complicações que uma pessoa sã se for contagiada pelo vírus?
     R: SIM.
 
30.- P: Uma gripe convencional forte pode converter-se nesta enfermidade?
     R: NÃO.
 
31.- P: O que mata o vírus?
     R: O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, gel de álcool.
 
 
32.- P: Que fazem os hospitais para evitar contágios a outros enfermos que não tenham o vírus?
     R: O isolamento.
 
33.- P: O gel de álcool é efectivo?
     R: SIM, muito efectivo. 
 
34.- P: Se estiver vacinado com a gripe sazonal sou inócuo a este vírus?
     R: Não serve de nada, ainda não há vacina para este vírus.
 
35.- P: Este vírus está sob controlo?
     R: Não totalmente, mas já se estão tomando medidas agressivas de contenção.
 
36.- P: Que significa passar de alerta 4 a alerta 5 e alerta 6?
     R: A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o Vírus propagou-se de pessoa a pessoa em mais de 2 países; e a fase 6 é porque se propagou a mais de 3 países.
 
37.- P: Quem foi contagiado com este vírus e se cura, fica imune?
     R: SIM.
 
38.- P: As crianças com tosse e gripe possuem este vírus?
     R: É pouco provável, as crianças são pouco afectadas; no entanto devem consultar o médico.
 
39.- P: Medidas que quem trabalha deve tomar?
     R: Lavar as mãos muitas vezes ao dia.
 
40.- P: Posso contagiar-me ao ar livre?
     R: Se houver gente infectada que tussa e/ou espirre, pode acontecer,  ainda que a via aérea seja de pouco contágio.
 
41.- P: Pode-se comer carne de porco?
     R: SIM, não há qualquer risco de contágio.
 
42.- P: Qual é o factor determinante para se saber que o vírus já foi controlado?
     R: Ainda que agora já seja controlada, o inverno boreal (hemisfério norte) pode regressar sem que todavia ainda exista vacina.

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Eu e o Jarbas, no meu Principado

Antes de atingir as 10 000 visitas a este blog, tinha por certo cinco leitores/visitantes: eu, a minha mulher, o meu pai, a minha mãe e a filhota - esta última no âmbito do processo de consolidação da aprendizagem da leitura. Dizia ela, ao fim dos primeiros minutos: “até consegues dizer umas piadas”. Tendo dado o seu melhor, dei cinco €uros à miúda. Fiquei orgulhoso de mim mesmo, tal como o guardião Ricardo, hoje exilado em Espanha, tornei-me, naqueles breves instantes, o homem mais feliz da minha vida.
Longe de mim imaginar tão pronto impacto. Imagine-se que, no cruzamento existente junto à imagem de S. Judas Tadeu, foram, em poucos dias, pintadas as passadeiras para os peões. Presunçosamente, concluí: ”fizeram isto porque decerto leram o meu post!” Embevecido, deixei-me inebriar por este súbito poder e, num fim de tarde cansado pelas circunstâncias de um professor do ensino público em Portugal, cedi ao sono. E ao sonho.
Era rico. Não me perguntem como nem porquê. Não interessa - são sempre uns caracteres que se poupam. Vivia (ainda) na Senhora do Socorro. O povo, essa poderosa massa anónima, a quem a razão nunca falta, delirava com meus os predicados intelectuais, com a visão futurista das minhas opções ao ponto de ter visto em mim a referência há muito esperada para um futuro historicamente ditoso e venturoso. Determinados, convictos e inspirados pelo meu exemplo arrojado, empreenderam um processo independentista que, sem sangue, nem suor, nem tão pouco uma hora de sono perdida, culminaria da fundação do Principado da Senhora do Socorro. Finalmente, um principado em Albergaria!
Sem controvérsia ou a mínima hesitação, fundou-se a dinastia Borrabotas, que eu, do alto da minha majestosa existência, encimaria para a posteridade. Deram-me um Jarbas só para mim. Um diligente mas circunspecto serviçal para as minhas “piquenas” obrigações institucionais, absolutamente delegáveis. A certa altura do sonho, dou por mim a velejar o meu iate junto às novas urbanizações, momentaneamente submersas pelo diligente servo com quem mantinha uma indigente conversação.
- Jarbas, estou a pensar - depois de pavimentar a estrada, de regularizar a recolha do lixo e de criar frondosos espaços verdes - em construir umas ciclovias até ao “Bico do Monte” para fomentar a prática desportiva em segurança e, para os caminhantes, mandarei, a cada duzentos metros, distribuir alguns bancos onde possam repousar durante os seus sadios passeios. Que achas?
- Deslumbrante. Digno de um grande visionário. Mas, Senhôor…
- Essa tua pausa é suspeita. Que disse de mal?! – inquiri perplexo.
- Nada, Senhor. Mas sabe como são os políticos. Precisaria de apoio da edilidade, pois o seu orçamento só dá para manter o seu parque automóvel, as roupas, as jóias, os SPA’s da Senhora e pouco mais…
- E então?!! – insisti num tom banzado com tão inusitado cepticismo.
- Senhôor, os políticos nunca viabilizam as ideias dos outros. Têm complexos de inferioridade e não sabem lidar com o poder que têm de forma racional. Sentiriam que os louros nunca seriam para eles. São pessoas muito sensíveis, meu Senhor. Só isso.
- Mas Jarbas, seria para o bem comum e enriqueceria o nosso Principado…
- Senhôoor, tendes razão. Mas não deveis esquecer que não podemos colocarmo-nos em cotejo directo com lugares tão distintos como Alquerubim, S. João de Loure e… Branca
- Queres tu dizer-me que nada posso fazer pelos meus súbditos só porque tenho ideias minhas, por sinal, boas para o meu povo?!... – questionei em jeito de gozo cínico.
- Não será bem assim, Senhôor. Haveria uma saída.
- Sim… e ela seria…
- Senhôor, tenderíeis de esperar pelas próximas eleições.
- Mas as ideias continuariam a ser minhas! O que mudaria afinal aos olhos desses políticos inseguros?
- Nessa altura, passariam por zelosos representantes do povo, que sempre ouviram as suas reivindicações mais profundas ao ponto de, mesmo no fim do mandato, não as terem esquecido. Seriam louvados e insistentemente aclamados pela sua generosidade. Acumulariam então votos, esse escasso afrodisíaco!
- Nunca tinha pensado nisso. Vou lucubrar sobre o assunto. Esvazia este mar. Tenho agora de tratar das minhas unhas. Chegou a Zuleika.
Acordei com a Quicas, a minha cadela, a lamber-me descontroladamente. Terá o meu sonho sido um sinal? Uma visão do futuro ou um aviso?
Não. Pareceu mais uma profecia. Mas, enfim, isto é só o Zé a falar…
José Manuel Alho

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Sem comentários

por José Manuel Alho, em 03.07.09

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