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RTP Memória lembra repondo temporada integral

por José Manuel Alho, em 20.08.09

 

 Sherlock Holmes

- esse génio do elementar!

A RTP exibe, desde há semanas, no seu canal Memória, espaço "Séries a Sério", a temporada integral da série “Sherlock Holmes”, feita durante uma década (1984/1994), produzida pela Granada Television e adaptada por John Hawkesworth, da obra original criada por Sir Arthur Conan Doyle. Para os menos conhecedores, aqui fica a nota complementar de que Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica; um investigador do final do século XIX e início do século XX que ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científico e a lógica dedutiva.
Trata-se de uma série interpretada por Jeremy Brett (Warwickshire, 3 de Novembro, 1933 – Londres, 12 de Setembro, 1995). Em rigor, não passa de um nome artístico devido ao descrédito que o pai desta personalidade sentiu ao saber que ele ia seguir a carreira de actor, não querendo prosseguir a vida militar que era tradição na família. Na verdade, este actor de fina qualidade dava pelo nome de Peter William Huggins. No alvor da minha adolescência, devo confessar o fascínio justamente sentido e exercido por este actor, que fez da personagem um acto de arte dificilmente igualável.
Convém dizer que Brett se revelou um "desastre académico" no Eton College, atribuindo as suas dificuldades de aprendizagem à dislexia. No entanto, tinha grandes capacidades vocais tornando-se membro do Coro do Colégio ao qual pertencia. Este actor, que interpretou um vasto número de clássicos, destacou-se em papéis de obras de William Shakespeare. Brett fez a sua primeira aparição televisiva em 1954 e um ano mais tarde no cinema. Em 1958, Jeremy Brett casou com a actriz, Ann Massey (filha de Raymond Massey), mas divorciaram-se em 1962 (tiveram um filho chamado David Huggins, nascido em 1959, sendo presentemente um argumentista com grande sucesso). Mais tarde, em 1976, Brett casou com a produtora americana da PBS, Joan Wilson, tendo esta morrido de cancro em 1985. Brett ficou destroçado pela morte precoce da consorte, o que fez com que ele nunca voltasse a contrair matrimónio. Desde o início (1960’s) até ao fim da sua carreira, Brett raramente esteve ausente dos ecrãs da televisão britânica. Notável em todos os seus desempenhos é a perfeita dicção, fruto de uma grande qualidade natural e de um treino intensivo, dando a Brett uma invejável pronúncia e vocalização. Ele declamava diariamente, estivesse em trabalho ou não, para que a sua dicção se mantivesse. Aliás, a sua extraordinária dicção ficou também a dever-se ao facto de ter sido operado enquanto jovem por não conseguir dizer os "R’s" e desde então que ficou conhecido pela sua singular pronúncia.
Brett sofria de distúrbio bipolar (popularmente conhecido como depressão ou mania), que se agravou após a morte da esposa Joan Wilson. Joan morreu pouco tempo após Brett filmar as cenas da "morte" da personagem Sherlock Holmes no episódio “The Final Problem”, (último da primeira temporada “The Adventures of Sherlock Holmes”). Ele interrompeu as filmagens durante um período de tempo para recuperar, mas quando voltou para filmar, em 1986, sofreu uma crise nervosa causada por um agravamento da sua perturbação bipolar originada pela dor de amor e pelo apertado calendário que tinha para a rodagem da série de TV baseada na obra Sherlock Holmes. Durante a última década da sua vida, Brett foi várias vezes hospitalizado para tratamento do distúrbio mental que sofria, tendo a sua saúde e aparência sofrido uma grande deterioração, visível nos últimos episódios da série de TV Sherlock Holmes. Existem impressivos relatos que comprovam que ele apenas vivia para interpretar a personagem, sentindo imenso respeito por Holmes e, inclusive, medo pois tratava a personagem por "you know who" ("tu sabes quem").
Brett apareceu em 42 episódios da Granada Series TV. Havia planos para filmar todos os episódios da obra original de Sir Doyle, mas Brett acabaria por morrer de uma falha cardíaca na sua casa em Londres antes de o projecto ter sido concluído. O coração de Brett foi lesado por um caso de febre reumática infantil, e ficou aparentemente mais frágil devido à grande quantidade de medicação que tomava para controlar o seu problema psicológico, e pela quantidade de cigarros e cachimbo que fumava diariamente - numa entrevista, Edward Hardwicke, o segundo Dr. Watson da série, disse que Brett comprava 60 cigarros todos os dias a caminho do estúdio e fumava-os a todos. De Jeremy Brett fica a chancela de um dos grandes actores que deu vida a Sherlock Holmes. Creio até que a personagem forjada por Sir Arthur Conan Doyle nos seus livros está muito mais fielmente representada por Brett do que por qualquer outro. Para memória histórica, ficarão para sempre os gestos desenhados no nada, os olhares enigmaticamente esgazeados, o humor refinado, a homossexualidade dissimulada e a imprevista dependência das drogas.
José Manuel Alho

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Com a fronteira dos 10 000 visitantes já ultrapassada

por José Manuel Alho, em 17.08.09

1.º Aniversário do

Blog do ALHO

Foi, é e será sempre o dia de aniversário do Blog do Alho. A terceira segunda-feira de Agosto - por sinal, o feriado municipal da vila de Albergaria-a-Velha - assinala o primeiro ano de existência deste espaço que, bem antes do previsto e por larga margem, ultrapassou as 10 000 visitas.

É um momento de compreensível alegria e orgulho. Foram meses de arrojo, iniciativa e de convicto desafio. Um pouco por todo o mundo, este blog foi visto, lido e apreciado.

Com incómodo para alguns e justificada admiração para muitos, foi possível abordar um leque extraordinariamente abrangente de temas com a independência e a coragem de quem não sente espartilhos ou não hipotecou a sua liberdade de pensamento a terceiros, porventura poderosos ou julgados de inatacáveis. Houve até quem pensasse ser possível - imagine-se - requerer, por escrito, o encerramento deste blog?!! Devaneios de PIDE's Bons, oriundos de terras onde o ouro será lei, limitados por consciências pesadas que, presumindo ser possível implementar um fascismo higiénico e pressionados pela premência de vender a Alma ao diabo para dar a papinha aos miúdos lá de casa, ousaram, num rasgo de insanidade que ataca os pulhas e os párias de carácter, calar uma voz que nunca se silenciará com ameaças ou a intolerância perante a Razão e a diferença de opinião. Tonta veleidade esta que atrai, com esperada mediocridade, os arautos da MORAL da treta, que nem se escusaram de recorrer à ameaça física. Pára-quedistas falhados e medíocres, que nem profissão determinada têm, exemplos castos de que é possível viver à custa dos papás até aos quarenta...

Aqui estamos. Aqui continuaremos. Mais atentos e vigilantes que nunca.

Para o bem de muitos e o azar de poucos.

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Bem a tempo dos festejos em honra da Senhora do Socorro

por José Manuel Alho, em 13.08.09

 

Pavimentação da estrada
é doce de verão
Iniciaram-se, na segunda quinzena de Julho, os trabalhos tendo em vista a pavimentação da estrada que serve a zona residencial da Rua da Senhora do Socorro que agora se concluíram bem a tempo de servir a população durante o terceiro fim-de-semana de Agosto, precisamente aquele que acolhe os festejos em honra de Nossa Senhora do Socorro.
Há considerável tempo conhecida como “a estrada da vergonha”, o anterior pavimento (?) era um atentado à qualidade de vida de residentes e de outros cidadãos que por ali passavam tal era a fonte de poeiras e de projecção de gravilha que chegou a causar danos da mais diversa índole. O certo é que a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha consegue, com esta empreitada, pôr fim a tão degradante situação, um cartão negro de visita que importava banir da paisagem albergariense.
Se bem que, a poucas semanas das eleições autárquicas, haja quem se apreste a rotular o empreendimento de “oportunista”, cumprirá ainda assim ressaltar que a obra foi feita e está lá para o bem de todos e não deixa de ser um contributo que valorizará o “Bico do Monte”, que enaltece igualmente todos quantos persistiram na pressão exercida visando a realização de tão merecida benfeitoria.
 
Reparos
A obra iniciou-se sem que a população residente fosse previamente informada. Só mais tarde foi distribuída informação escrita da autarquia alertando para os constrangimentos aquando da deposição do novo piso. Os rasgos para instalação das condutas visando o escoamento das águas pluviais foram feitos com inusitada desconsideração por todos que necessitavam de entrar e sair das suas garagens para os seus empregos. Na verdade, o trânsito foi consecutivamente cortado em vários sentidos, ao ponto de conhecer várias alternativas num mesmo dia. Nada era previamente comunicado ou devidamente sinalizado. No mais, os últimos dias foram marcados por cortes na distribuição de água aos consumidores, por longos períodos de tempo, impedindo a confecção de refeições e, bastas vezes, até os electrodomésticos (máquinas de lavar louça e roupa…) se ressentiram da abrupta falta de água nos canos. Uma confusão.
Contudo, é justo reconhecer que foram tomadas algumas cautelas em ordem a reduzir o levantamento de poeiras.
 
Sugestões
O investimento da edilidade deve ser reconhecido. Foi gasto dinheiro público. Por isso, será importante avaliar como se comportará o novo piso, pelos menos, neste primeiro ano de utilização continuada. Alerta-se para o facto de alguns troços do piso apresentarem estranhas alterações de relevo, com declives que uma condução relativamente atenta denunciará.
Mais do que registar que, à data da publicação deste post, o traçado do pavimento ainda não foi pintado, verifica-se que a estrada é propícia a grandes velocidades naquela zona, repita-se, vincadamente residencial. Seria recomendável ponderar-se sinalização adequada bem como lombas ou outros mecanismos limitadores de velocidade. A rua da Senhora do Socorro continua pouco vigiada pela competente autoridade policial e a luz pública apresenta limitações que carecem de correcção. Aliás, na curva de acesso, a escassa centena de metros da imagem erguida em louvor da Santa, constata-se que os cabos eléctricos estão seriamente ameaçados por uma árvore cuja inclinação prenuncia o derrube da frágil instalação (vide foto). Cumulativamente, e reconhecendo os legítimos interesses de quem constrói, tem-se por fundamental verificar se aquela via PÚBLICA não é maltratada no final de um dia de obras. Lavar a estrada sempre que é atingida por materiais ou líquidos provenientes de uma construção é uma obrigação legal e regulamentar que cabe à Câmara Municipal fiscalizar. Assim haja vontade e suficiente independência.
 Mais do que recordar que, durante os meses de Inverno, o fornecimento de energia eléctrica é frequentemente interrompido em resultado de prolongadas avarias, estranha-se que, após elevado investimento ali acumulado pelo sector da construção civil em novas infra-estruturas, todos os cabos não estejam debaixo de terra mas sim em novos e velhos postes, num triste espectáculo que mais faz lembrar um estendal terceiro-mundista.
Como (infelizmente) não foi aproveitada esta oportunidade para a edificação de ciclovias, mantém-se a esperança que ali sejam colocados bancos e pontos de água para caminheiros e peregrinos que em grande número se deslocam a tão emblemática sala de visitas. De igual modo, deseja-se que, a partir de agora, os competentes serviços camarários tenham uma estratégia que preserve, valorize e crie inclusivamente novos espaços verdes. Limpar as ervas daninhas APENAS na semana anterior à festa é (muito) pouco e nada abonatório.
Por fim, seria indiciador de zelo e brio que as autarquias – não excluamos a Junta de Freguesia de Albergaria… - providenciassem a substituição dos contentores do lixo, pejados de grafitis e de outras mazelas que ameaçarão a salubridade pública.
José Manuel Alho

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Tenham juízo!

 

A polémica surgiu com o afastamento do neurocirurgião João Lobo Antunes do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida.

A comunicação social parece alimentar esta controvérsia ao esgrimir argumentos com o alegado recurso a fontes de Belém e de São Bento. Da Presidência da República garante-se que haveria um compromisso do Governo para nomear o médico para novo mandato ao ponto de a reacção de Cavaco Silva ser descrita como de profunda "perplexidade". A corroborar esta versão, estarão as declarações de Paulo Rangel, anterior líder parlamentar do PPD/PSD, que adiantou entretanto que "Lobo Antunes só não foi incluído na lista da Assembleia da República por que o PS me garantiu a sua nomeação", rematando "posso confirmar isso pessoalmente porque foi tratado por mim". (SIC) Também a deputada socialista Maria de Belém, em declarações à LUSA, confirmou ontem que Lobo Antunes só não foi incluído na lista de seis elementos designados pelo parlamento por que existiria a indicação de que seria o Governo a nomeá-lo.

Por seu turno, do gabinete de José Sócrates chegam desmentidos consecutivos, negando a existência de qualquer compromisso, apelidando o assunto de "pura intriga".

Em tudo isto está subjacente uma matéria de melindrosa gravidade. Este assunto - a que se somarão, a título de exemplo, os dossiês do Estatuto Político-Administrativo dos Açores e da novela em torno do suposto convite a Joana Amaral Dias, do BE - contende com valores centrais para o regular funcionamento de um regime democrático entre um Governo e um PR: seriedade, honestidade, confiança pessoal e institucional.

Haja a frontalidade para que, de modo formal, a opinião pública seja esclarecida cabalmente do que realmente se passou. O país, bem como a situação que atravessa, não se compadecem com guerras intestinas entre órgãos de soberania.

Está a acabar a mais longa legislatura da República portuguesa desde a instituição da democracia. Dela só parecem restar sinais preocupantes de uma inusitada imaturidade assente numa excessiva pessoalização de assuntos de estado, excepcionalmente atreita a caprichos e amuos.

Tenham juízo!

 

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O cão é seu

mas... o passeio é nosso!

Estamos em época de férias e para o fiéis de estimação é também chegado o tempo de desopilar.

Em novos ou velhos cenários, o prazer de experimentar novos odores parece relaxar nos andantes de quatro patas alguns movimentos intestinais. Quem com eles passeia habitualmente são os donos ou os "cromos" que os donos não querem ver dentro de casa a importunar a azáfama essencial a uma sesta há muito reivindicada.

Por isso, os "presentes", usualmente rafeiros, ficam abandonados até petrificarem. São amovíveis perante solas incautas que assim deslizam na surpresa de um instante infeliz.

Não tenham medo  - até porque já têm cão. Recolham os "presentes". Respeitem o próximo.

O passeio será sempre nosso!

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Começa e ser aviltante a forma como alguns sectores da nossa vida financeira se comportam para com o comum dos consumidores. Sem regulação ou supervisão que se note, alguns mercados parecem viver em roda livre, impondo práticas que afectarão a livre concorrência e os direitos do consumidor.

Esgotado o filão de argumentos decorrentes da introdução do €uro, os sectores da panificação, dos combustíveis e da electricidade aparentam subsistir como se de estados  dentro do Estado se tratassem. Chega a ganhar contornos de pouca vergonha.

Já não há pachorra!!!

 

Presidente da Partex

diz que AdC “não actua”

Económico  

»António Costa e Silva afirma que os preços dos combustíveis não deviam estar nos níveis em que se encontram e que a Autoridade da Concorrência (AdC) se limita apenas a fazer só estudos.

“É um mercado onde há muito pouca concorrência e isso é muito favorecido pela atitude da Autoridade da Concorrência. Temos uma Autoridade da Concorrência que se está a transformar num grupo de estudos. Faz estudos para justificar preços”, afirmou António Costa e Silva em entrevista ao programa “Negócios da Semana” da SIC Notícias.
Para este especialista em petróleos, a Autoridade da Concorrência está a transformar-se num grupo de estudos, que “não actua” no mercado da venda de combustíveis em Portugal.

“Temos uma Autoridade (da Concorrência) que é muito anódina, é, digamos, pífia, não intervém no mercado. (...) O presidente até pode fazer um bom trabalho noutros sectores do mercado, mas nos combustíveis pura e simplesmente não existe. É uma autoridade mais de falta de concorrência”, disse.
O presidente da petrolífera da Fundação Gulbenkian notou ainda que a Autoridade da Concorrência mudou muito desde que Manuel Sebastião assumiu a liderança da organização.

 

“O mercado estava em sentido” quando Abel Mateus era presidente, ao passo que agora é necessário que os media façam pressão para que esta reconheça que haviam “contra-ordenações que estavam a ser investigadas”, notou.»

 

 

 

Notícia disponível em http://economico.sapo.pt/noticias/presidente-da-partex-diz-que-adc-nao-actua_66900.html

 

 

 

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Aniversários que vão e virão...

por José Manuel Alho, em 04.08.09

Já lá vão 36...

Pouco antes do meio-dia, fez trinta e seis anos que vim ao mundo na bondosa terra do Lobito, em Angola.

Agradeço por isso todas as manisfestações de amizade, carinho e estima que, pelos mais diversos modos, me chegaram de familiares, amigos, colegas e de leitores/visitantes.

À vossa! Melhor, à nossa!

 

Alegria

De passadas tristezas, desenganos
amarguras colhidas em trinta anos,
de velhas ilusões,
de pequenas traições
que achei no meu caminho...,
de cada injusto mal, de cada espinho
que me deixou no peito a nódoa escura

duma nova amargura...
De cada crueldade
que pôs de luto a minha mocidade...
De cada injusta pena
que um dia envenenou e ainda envenena
a minha alma que foi tranquila e forte...
De cada morte
que anda a viver comigo, a minha vida,
de cada cicatriz,
eu fiz
nem tristeza, nem dor, nem nostalgia
mas heróica alegria.

Alegria sem causa, alegria animal
que nenhum mal
pode vencer.
Doido prazer
de respirar!
Volúpia de encontrar
a terra honesta sob os pés descalços.

Prazer de abandonar os gestos falsos,
prazer de regressar,
de respirar
honestamente e sem caprichos,
como as ervas e os bichos.
Alegria voluptuosa de trincar
frutos e de cheirar rosas.

Alegria brutal e primitiva
de estar viva,
feliz ou infeliz
mas bem presa à raíz.

Volúpia de sentir na minha mão,
a côdea do meu pão.
Volúpia de sentir-me ágil e forte
e de saber enfim que só a morte
é triste e sem remédio.
Prazer de renegar e de destruir
                                             o tédio,

Esse estranho cilício,
e de entregar-me à vida como a
                                             um vício.

Alegria!
Alegria!
Volúpia de sentir-me em cada dia
mais cansada, mais triste, mais dorida
mas cada vez mais agarrada à Vida!

(Fernanda de Castro, in "D'Aquém e D'Além Alma")

 

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