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Apanhados da TVI/Porto

por José Manuel Alho, em 31.01.10

 A humidade faz a força...

OBS-Recomendo que desligue o som da Rádio Comercial (STOP)

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Caminharemos de

Olhos Deslumbrados

 

Foto de Honey

Caminharemos de olhos deslumbrados
E braços estendidos
E nos lábios incertos levaremos
O gosto a sol e a sangue dos sentidos.

Onde estivermos, há-de estar o vento
Cortado de perfumes e gemidos.
Onde vivermos, há-de ser o templo
Dos nossos jovens dentes devorando
Os frutos proibidos.

No ritual do verão descobriremos
O segredo dos deuses interditos
E marcados na testa exaltaremos
Estátuas de heróis castrados e malditos.

Ó deus do sangue! deus de misericórdia!
Ó deus das virgens loucas
Dos amantes com cio,
Impõe-nos sobre o ventre as tuas mãos de rosas,
Unge os nossos cabelos com o teu desvario!

Desce-nos sobre o corpo como um falus irado,
Fustiga-nos os membros como um látego doido,
Numa chuva de fogo torna-nos sagrados,
Imola-nos os sexos a um arcanjo loiro.

Persegue-nos, estonteia-nos, degola-nos, castiga-nos,
Arranca-nos os olhos, violenta-nos as bocas,
Atapeta de flores a estrada que seguimos
E carrega de aromas a brisa que nos toca.

Nus e ensanguentados dançaremos a glória
Dos nossos esponsais eternos com o estio
E coroados de apupos teremos a vitória
De nos rirmos do mundo num leito vazio.

Ary dos Santos, in 'Liturgia do Sangue'

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E que tal um banho de sal?!

por José Manuel Alho, em 29.01.10

 

SAL, essa ferramenta

Os benefícios do sal no banho são muitos, desde o estético até ao medicinal.
Muito antes de Cristo, o uso do banho de mar para cura era sistemático na China e em outros lugares no mundo.
Hipócrates incentivou curadores a fazer uso de água salgada para curar várias doenças imergindo os seus pacientes em água de mar.
O banho de sal tem muitos efeitos sobre os músculos e o sistema nervoso, agindo para combater o stress e aliviando tensões.
Com efeito, o Sódio auxilia na eliminação das toxinas do organismo e age como o brometo de um relaxante muscular natural, que faz com que seja benéfico para quem sofre de artrite.
Os sais podem alterar o equilíbrio osmótico da água, e o sulfato de magnésio pode ser absorvido através da pele, causando um efeito anti-inflamatório.
Outro efeito é o de eliminar a energia negativa que acumulamos no dia-a-dia, e talvez esta seja a motivação maior quando se recorre ao sal grosso no banho. O banho mais eficaz para a energia do corpo é o simples banho de mar, mas nem sempre está ao alcance de todos.
 
Modo de tomar o banho de sal grosso:
Após o banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, enquanto corre a água do chuveiro. Uma opção que agrada a muitas pessoas, é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da água do duche.
Não é aconselhável banhos frequentes, pois o sal tira toda energia do seu corpo, tanto a negativa quanto a positiva, e caso necessite de vários banhos, seria bom repor estas energias com massagens de óleos aromáticos, meditação com velas e incensos, fazer algo que lhe transmita felicidade pessoal e lhe proporcione muitos pensamento(s)positivo(s) e feliz(es).
Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso:
 
A nível Fisiológico:
· Ajuda a desintoxicar o corpo e a afastar os vírus;
· Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde;
· Ajuda a aliviar o pé do atleta, os calos e as calosidades;
· Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações;
· Ajuda a aliviar a artrite e o reumatismo;
· Ajuda a aliviar a dor lombar crónica.

A nível Estético:
· Tira as impurezas da pele;
· Alivia as irritações da pele como psoríase / eczema;
· Alivia a comichão, o ardor e as picadas;
· Suaviza e amacia a pele;
· Incentiva a pele a renovar-se;
· Ajuda a curar as cicatrizes;
· Restaura o equilíbrio e a humidade da pele.

A nível Ocupacional:
· Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna;
· Alivia a tensão nas mãos e nos punhos;
· Ajuda a aliviar as lesões no desporto.

A nível Psico-físico:
· Proporciona um relaxamento profundo;
· Ajuda a aliviar o stress e a tensão.

 

Os poderes do sal

Jesus disse: "Sois o sal da terra. Ora, se o sal se decompor, com que se salgará?". A frase foi registada pelo apóstolo Mateus no Novo Testamento e revela o duplo significado do sal: conservar a união com Deus e dar gosto à vida.
Existem registos do uso do sal datados de há 5 mil anos atrás. O sal foi usado na Babilónia, no Egipto, na China e em civilizações pré-colombianas. Nas civilizações mais antigas, contudo, apenas as populações costeiras tinham acesso a ele. Ainda assim, existiam períodos de escassez ocasionados por condições climáticas e por períodos de elevação do nível do mar.
Foi apenas na Idade Média que a tecnologia de mineração começou a desenvolver-se. Escasso e precioso, o sal era vendido a peso de ouro. Em diversas ocasiões, foi usado como dinheiro. Entre os exemplos históricos mais conhecidos figura o costume romano de pagar com sal parte da remuneração dos soldados, o que deu origem à palavra salário (do latim "salariu").
Por ser tão valioso, o sal foi alvo de muitas disputas. Roma e Cartago entraram em guerra em 250 a.C. pelo domínio da produção e da distribuição do sal no Mar Adriático e no Mediterrâneo. E após vencer os cartagineses, o exército romano salgou as terras do inimigo, para que se tornassem estéreis.
Cerca de 110 a.C., o Imperador chinês Han Wu Di iniciou o monopólio do comércio de sal no país, transformando a "pirataria de sal" em crime sujeito à pena de morte. O monopólio e o peso dos impostos sobre o sal foram origem e factor de grandes rebeliões. Na França, a elevação de uma taxa criada em 1340, chamada "gabelle", ajudou a desencadear a Revolução, em 1789. Séculos depois, na Índia, as taxas abusivamente cobradas pelos ingleses encorajaram o movimento da desobediência civil, liderado por Ghandi, na década de 1930.
O sal está presente em rituais religiosos de diversas épocas e civilizações. Foi usado por gregos, romanos, asiáticos e árabes. Nas crenças populares, ele é um ingrediente obrigatório para afastar energias negativas e mau-olhado. Em várias culturas, acredita-se que o sal tem o poder de afastar espíritos densos e as energias negativas. Por essa razão, era oferecido aos deuses para afastar os demónios e muitos sacerdotes utilizavam-no nos rituais e nas cerimónias mágicas.
Os árabes citam recomendações de Maomé para: "começar pelo sal e terminar com o sal; porque o sal cura numerosos males". Também é considerado símbolo da incorruptibilidade - pois é a marca da eternidade e da pureza, porque jamais apodrece ou se corrompe; e da lealdade - como pode ser visto na Bíblia, o termo "aliança de sal" designa uma relação com Deus que não pode ser rompida.
Largamente utilizado pelos esotéricos, o sal é recomendado para a limpeza da aura, ou seja, o campo de luz que envolve o corpo humano. Quando a aura está saturada, o sal é o único composto que a recompõe rapidamente. Segundo o esoterismo, o banho de água e sal é excelente para expandir a aura. Mas, para isso, deve seguir algumas regras:
 
  • Primeiramente, deve-se tomar o banho normalmente, deixando ao lado um recipiente com água morna e sal grosso.
  • Após o banho normal, despeja-se essa água com sal do pescoço para baixo, segurando o recipiente com ambas as mãos. O conhecimento esotérico indica que não se deve molhar a cabeça.
  • Também não há necessidade de esfregar a água e o sal, já que o banho não actua no corpo físico, mas sim no corpo astral. Basta simplesmente deitar a água com sal sobre o seu corpo.
  • Por fim, não é indicado enxugar-se com movimentos de expulsão, ou seja, de baixo para cima ou para os lados; o correcto é apenas deixar a toalha absorver a água.
Uma curiosidade a respeito do banho com sal grosso é que, dizem as tradições, ele deve sempre ser tomado nas segundas, nas quartas e, de preferência, nas sextas-feiras. Além disso, deve-se evitar os dias ímpares.
 
Um cristal
Segundo a explicação de especialistas em radiestesia, o sal é um cristal e, por isso, emite ondas electromagnéticas que podem ser medidas pela radiestesia (técnica que utiliza pêndulos para identificar e alterar os campos vibratórios). Experiências mostraram que ao colocar-se o pêndulo sobre um monte de sal, é possível detectar o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos electromagnéticos negativos.
A sabedoria popular vai pela mesma linha: como as energias densas costumam concentrar-se nos cantos dos ambientes, costuma-se colocar um copo de água com sal grosso em, pelo menos, dois cantos. Quando se formarem bolhas, é hora de mudar a salmoura por outra.
O mesmo efeito purificador explica o famoso banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura morna): ambos têm o poder de neutralizar a electricidade do corpo.
 
Nas tradições
No candomblé, religião trazida pelos escravos africanos, o sal tem importância fundamental. Na tradição africana, quando uma pessoa muda, deve entrar na nova casa levando primeiramente um copo de água e outro de sal.
Já na tradição judaica, quem muda de casa é presenteado com pão (para que nunca falte alimento) e com sal (símbolo da união indestrutível). No Oriente Médio acredita-se que quando duas pessoas comem sal juntas formam um vínculo. Por isso, é costume usar sal para selar um contrato ou acordo.
Existe uma superstição que indica que tombar sal na mesa é sinal de mau agouro. E até há relatos históricos asseverando que Leonardo da Vinci, ao pintar o famoso quadro "A Santa Ceia", colocou o saleiro entornado diante de Judas…

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Grande apresentação da Guarda Real Norueguesa

por José Manuel Alho, em 28.01.10

Fa... Bu... Lo... So!

 

OBS. - Sugere-se que desligue (em STOP) o som da Rádio Comercial.

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Abaixo-assinado pelo 1.º Ciclo

Apesar de não ser, por opção, sindicalizado, divulgo a iniciativa da FENPROF (destinada a professores) que, quando muito, pecará por tardia.

Louve-se, contudo, a sensibilidade registada para com o nível de ensino mais penalizado pelas diferentes alterações estatutárias e funcionais engendradas nos últimos anos. É um nível de ensino a precisar de prementes correcções e de uma reabilitação generalizada, que motive os profissionais do sector.

 

Citando:

»Através dos endereços que disponibilizamos no final deste texto poderá subscrever um abaixo-assinado promovido pela FENPROF, destinado a professores do 1.º ciclo do ensino básico, que visa defender a consagração de um importante conjunto de soluções relacionadas com a sua situação profissional.
 
A sua leitura dispensa quaisquer considerações sobre a sua importância no momento em que decorrem negociações com o ME.
 
Propomos-lhe que seja um(a) dinamizador(a) da recolha de assinaturas, fazendo-o seguir para os seus contactos e divulgando-o na sua escola/agrupamento.
 
Vamos todos assinar este abaixo-assinado!

Caso faça a recolha de assinaturas em papel, sugerimos-lhe que devolva o abaixo-assinado até 26 de Fevereiro, para:

Sindicato dos Professores da Região Centro
Rua Lourenço Almeida Azevedo, 21
3000-250 Coimbra.
 
Para recolha em papel: http://www.sprc.pt/upload/File/PDF/Novidades/AbAssin_1CEB.pdf
 
Para assinatura online: http://www.fenprof.pt/AbaixoAssinado/1CEB

Saudações sindicais
 
A Direcção do SPRC» (SIC)

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Flagrante delit(r)o...

por José Manuel Alho, em 27.01.10

Não só Vinho,

mas nele o Olvido

 

Não só vinho, mas nele o olvido, deito
Na taça: serei ledo, porque a dita
É ignara. Quem, lembrando
Ou prevendo, sorrira?
Dos brutos, não a vida, senão a alma,
Consigamos, pensando; recolhidos
No impalpável destino
Que não 'spera nem lembra.
Com mão mortal elevo à mortal boca
Em frágil taça o passageiro vinho,
Baços os olhos feitos
Para deixar de ver.

Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

    Foto de João F. M. Viegas

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Mais uma teoria da conspiração ???‏

por José Manuel Alho, em 26.01.10

 

O Petróleo não é de origem fóssil. »A afirmação de que existe um máximo na extracção de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle 
 Artigo retirado de:

«Qual crise energética?»

»Foi-nos sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos, tendo por origem a decomposição de plantas e animais mortos. Restos de organismos teriam sido aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.
Foi-nos sempre dito que a energia do sol é captada pelos seres vivos e que podemos libertar novamente essa energia armazenada há centenas de milhões de anos através da combustão do petróleo.
É-nos dito que as reservas de combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram, no máximo, até cerca de 2060.
Outro factor, para além da extinção das reservas petrolíferas, é o momento em que a produção de petróleo atinge o seu cume, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extracção petrolífera é chamado de "Peak-Oil" [Pico Petrolífero]. Como é em função deste pico que varia a oferta e a procura, este pode ter um papel crucial nos preços do petróleo.
O ponto máximo da extracção petrolífera ou "Peak-Oil" é o instante em que a taxa de extracção petrolífera atinge o seu máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando tenha sido extraído metade de todo o petróleo passível de ser explorado.
O Pico Petrolífero
É afirmado que o ponto de extracção máximo já foi alcançado no passado e que vamos de encontro a uma crise energética. A prova desta esta afirmação, dizem-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25 dólares o barril em 2002 para 134 dólares em 6/6/2008 (este artigo foi escrito nesta data).
 
Por este motivo, dizem-nos que a esperada lacuna energética deve ser suprida através de menor consumo e pela procura de outras alternativas, tal como energias renováveis. Devemos abandonar o petróleo o mais rapidamente possível, pois ele irá acabar em breve.
É-nos afirmado que o petróleo se formou há centenas de milhões de anos, que existe em quantidade fixa, e que quando tivermos extraído a última gota, terá acabado para sempre a era do petróleo.
Mas o que é que aconteceria se toda esta história não tiver nenhum fundamento e tudo não passar de uma lenda? O que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil, não proviesse de organismos extintos, mas fosse de outra natureza? E se o petróleo, afinal, existe em abundância e continua a ser formado ininterruptamente pela Terra? E se não existir nenhuma crise energética e nenhum "Peak-Oil"?
O Pico Petrolífero está Aqui
A afirmação de que haveria um ponto máximo na extracção do petróleo foi divulgada em pânico, já em 1919, embora nesse tempo ainda não se chamasse "Peak-Oil" (este é somente um novo rótulo). Naquele tempo, foi afirmado pelos "especialistas" que o petróleo só chegaria para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, a data do fim do petróleo foi sempre impelida para o futuro, e hoje, 90 anos depois, temos ainda petróleo, embora a extracção e o consumo tenham vindo a aumentar todos os anos.
O Petróleo Abiótico (não fóssil)
De onde veio, no fim de contas, a história de que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos e seria, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: "o petróleo surge de pequenos corpos de animais e plantas, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e transformam-se em petróleo após um período inimaginável". Não sabemos que observações o levaram a afirmar isso, simplesmente esta teoria nunca foi confirmada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades.
A teoria da origem do Petróleo como resultado da decomposição de restos de plantas e animais
Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais ou plantas nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é unicamente uma crença sem qualquer base científica. Os geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não apresentaram ainda qualquer prova da transformação de organismos em petróleo.
Um dos elementos mais presentes sobre a Terra no nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarbonetos, a base para o petróleo.
A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titan, a lua de Saturno, que ela está repleta de hidrocarbonetos líquidos. Mas não havendo lá vida para produzir os hidrocarbonetos, estes devem ser fruto de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atómica, o carbono possui a capacidade de formar moléculas complexas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas.
Daily Telegraph - Lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan
Aqui na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre surgem, sob determinada temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária anorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.
O magma quente é o fornecedor de energia para este fenómeno geológico. O resultado dá pelo nome de petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas antes por um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece ininterruptamente. O petróleo é produzido continuamente.
Eis alguns dos argumentos mais relevantes que comprovam que o petróleo é de origem abiótica (não fóssil):
- O petróleo é extraído de grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico
- As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.
- A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.
- Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície.
Placas Tectónicas
- Em laboratório foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem formar-se no interior da Terra através de simples reacções anorgânicas - e não pela decomposição de organismos mortos, como é geralmente aceite.
- O petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão "fresco" no solo até hoje. As longas moléculas de carbono ter-se-iam decomposto. O petróleo que utilizamos é recente, caso contrário já se teria volatilizado há muito tempo. Isto contradiz o aparecimento do petróleo fóssil, mas comprova a teoria do petróleo abiótico.
Em 1970, os russos começaram a perfurar poços a grandes profundidades, ultrapassando os 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Iukos, perfuraram mais de 310 poços e extraem de lá petróleo. No último ano, a Rússia ultrapassou a extracção do maior produtor mundial, a Arábia Saudita.
Os russos dominam a complexa técnica de perfuração profunda há mais de 30 anos e exploram inesgotáveis reservas de petróleo das profundezas na Terra. Este facto é ignorado pelo Ocidente. Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria o fruto de material orgânico decomposto.
Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se reenchiam por si próprias e por baixo. Chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde se acumula. Puderam comprovar isso através das perfurações profundas.
Entretanto, nos anos 90, a Rússia estava de tal modo à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda, que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild forneceram dinheiro a Michail Chodorkowski com a missão de comprar a empresa Iukos por 309 milhões de dólares, a fim de obter o know-how da perfuração a grande profundidade.
Michail Chodorkowski mandado prender por Putin
Pode-se agora perceber por que é que o presidente Wladimir Putin fez regressar a Iukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era decisivo economicamente para a Rússia, e Putin expulsou e prendeu alguns oligarcas russos.
Entretanto, os chamados "cientistas", os lobistas, os jornalistas a soldo e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos.
Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.
A afirmação de que existe um máximo na extracção de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle.
 Aliás, é absolutamente claro para todos que o Iraque foi invadido por causa do petróleo. Somente, não foi para extrair o petróleo, mas, pelo contrário, para evitar que o petróleo iraquiano inundasse o mercado e os preços caíssem. Antes da guerra, o Iraque extraía seis milhões de barris por dia, e hoje não chega a dois milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo e inundar o mercado.
Tal significou a sua sentença de morte, e por esse motivo o Iraque foi atacado e Saddam enforcado. Agora os EUA têm lá tropas permanentemente. Ninguém tem licença para explorar o petróleo do país com a segunda maior reserva petrolífera do mundo. Por isso, o Irão, com a terceira maior reserva petrolífera do mundo, é agora também ameaçado por querer construir «armas de destruição massiva». (SIC)
Ora, perante isto…

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Futebol português: como estão as tuas mãos?

por José Manuel Alho, em 25.01.10

 

Escutas atestam podridão

Apesar das (relevantes) questões jurídicas que impendem sobre a divulgação das escutas atinentes ao »Apito Dourado», cumpre reconhecer a  excepcional gravidade do conteúdo ora conhecido.

Quando alguns se aprestavam para fazer crer que »aquilo não terá sido bem assim», a revelação de algumas conversas entre experimentados dirigentes do futebol nacional veio confirmar que o pior é sempre possível. É mau de mais. É despudoradamente degradante.

Não se conhecendo suspeições sobre a autenticidade das escutas - ninguém parece contestar o seu teor... - o "tuga", com sofrida naturalidade, conforma-se com a aparente indiferença com que a Justiça terá encerrado o dossier. Lá no fundo, Portugal (ainda) é um país porreiro...

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Conan O'Brien já se despediu do Late Night

por José Manuel Alho, em 24.01.10

Conan Vs Colbert Vs Stewart

"Late Night Fight"

 

Em circunstâcias reconhecidamente polémicas, Conan O'Brien deixou o Late Night da NBC. O programa da despedida já foi emitido e o entretainer confessou o quanto lhe custa abandonar aquele projecto. Para a posteridade, ficarão as memórias. Entre elas, o famoso confronto entre Conan, Stephen Colbert e Jon Stewart. Para ver e... recordar.

(OBS. - Sugere-se que desligue o som da Rádio Comercial stop)

 

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Vamos lá começar (bem) o dia!

por José Manuel Alho, em 23.01.10

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