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Espaço generalista de informação e de reflexão livres. Na verdade, o politicamente incorreto afigura-se, muitas vezes, como a mais eficaz solução para se ser humana e eticamente LEAL! Desde 18.ago.2008. Ano XIII.
É com enorme orgulho que se saúda o regresso do Sport Clube ALBA aos campeonatos nacionais após a consagração como Campeão da 1.ª Divisão da AF Aveiro.
Foi preciso esperar pela vitória de ontem frente ao S. Roque para finalmente carimbar a subida à III Divisão. Albergaria está em festa pois um dos grandes embaixadores da terra obteve um êxito avassalador, numa época extraordinariamente exigente e competitiva.
Ao seu presidente, órgãos sociais, jogadores, corpo técnico, médico e demais colaboradores, os meus sentidos e efusivos cumprimentos perante tão incontestável triunfo!
ALBA é cammmpeeãaaaao!
O governo grego foi aconselhado por economistas britânicos a deixar a zona euro para recuperar da crise da dívida, avança o "Sunday Times".
Os analistas do Centre for Economics and Business Research (CEBR), uma consultora com sede em Londres, consideram que as autoridades gregas não conseguirão recuperar da crise da dívida sem desvalorizar a moeda, de modo a promover as exportações.
Para isso, a Grécia terá de voltar à anterior moeda, o dracma, acrescenta o CEBR, que se define como um centro independente de investigação, citado pelo jornal britânico Sunday Times.
"Ao sair do euro, a nova moeda iria cair no mínimo 15%. No entanto, como a dívida nacional é avaliada em euros, aumentaria o valor da dívida dos actuais 120% do Produto Interno Bruto (PIB) para 140%", afirmou Doug McWilliams, presidente executivo do CEBR, citado pelo jornal britânico.
"Assim, parte do pacote de deixar o euro deve ser usado para converter a dívida na nova moeda nacional, de forma unilateral", acrescentou o economista.
O cenário de a Grécia sair do euro seria desastroso para os bancos alemães e franceses, que têm largos milhões de euros em títulos da dívida grega, avançou ainda Doug McWilliams, que designa esta via de "virtualmente inevitável" para outros países.
"Espanha será provavelmente forçada a seguir a mesma via, tal como Portugal e a Itália, embora a situação da dívida italiana seja menos grave", sustentou.
Fonte: Económico
O Conselho de Escolas vai propor à ministra da Educação a reorganização dos ciclos de ensino em três ciclos de quatro anos cada. O projecto vai ser debatido hoje, segunda-feira, no plenário do órgão consultivo do ME, e Álvaro Almeida dos Santos conta com a sua aprovação.
"Não passa de uma proposta" e pretende responder ao "desafio" colocado pelo alargamento da escolaridade obrigatória de 12 anos, começou por sublinhar ao JN o presidente do Conselho de Escolas (CE), Álvaro Almeida dos Santos. O documento, que pode ser aprovado hoje, no plenário realizado no Centro de Caparide, em Cascais, será entregue à ministra da Educação até final do ano lectivo. E, a ser aceite pela tutela "obrigaria à alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo", reconhece o director da Secundária de Valadares.
O órgão consultivo do Ministério da Educação (ME), criado na anterior legislatura por Maria de Lurdes Rodrigues, criou um grupo de trabalho para analisar a revisão curricular.
Uma vez que a tutela pretende introduzir "ajustamentos" aos currículos nacionais, o CE optou por não se pronunciar sobre a eliminação de disciplinas ou a transformação de cadeiras anuais em semestrais - possibilidade já admitida pela ministra Isabel Alçada em relação à História e à Geografia. Sobre esse assunto, Álvaro Almeida dos Santos, defende que as escolas deviam ter "margem de autonomia" para gerirem os currículos de acordo com a sua população estudantil; "sem acréscimos de recursos, é claro", especialmente em tempos de crise, frisou, mas de forma a conseguirem "rentabilizar as aprendizagens" dos alunos.
"Secundário inferior e superior"
A reorganização dos ciclos de ensino em três ciclos de quatro anos cada implicaria mudanças ao nível dos actuais 2º e 3º ciclos e secundário.
Apesar dessa nova organização, Álvaro Almeida dos Santos considera que a proposta garante maior "sequencialidade e coerência curricular" ao longo dos 12 anos de escolaridade obrigatória.
Assim, além do 1º ciclo (que se mantinha com a mesma estrutura de quatro anos), os restantes actuais três ciclos de ensino seriam convertidos em dois: "secundário inferior e secundário superior".
No caso do secundário superior (equivalente ao período do 9º ao 12º anos), "começava por uma fase, que pode ser de um ano, de tronco comum, prosseguindo, depois, os alunos para a possibilidade de diversificarem entre áreas científicas ou profissionalizantes".
Com o alargamento da escolaridade obrigatória, "o ensino secundário não pode ficar refém do ensino Superior" e tornar-se num "mero patamar de passagem" até esse nível. A preservação da "identidade do ensino secundário" é, por isso, uma prioridade para Álvaro Almeida dos Santos.
A proposta, insistiu, não será pormenorizada; "serão linhas gerais". "Temos noção de que há outras medidas que confluem para esta área" e que esta proposta não esgota a revisão curricular - a revisão da carga horária dos alunos e até a atribuição do serviço docente também podem ser abrangidos pela discussão que o Conselho quer promover no sector, a um mês de ir a votos.
Fonte: Jornal de Notícias


»Fomos realmente muitos, os que se deslocaram a Paços de Brandão.
As bancadas estavam repletas de adeptos do nosso glorioso Alba e a satisfação foi imensa, com a brilhante vitoria por três bolas a Zero.
Muito obrigado pela vossa presença!!!
Vamos ser CAMPÕES NO PRÓXIMO DOMINGO frente ao São Roque.
E neste sentido a Direcção do Sport Clube Alba decidiu abrir as portas do estádio com entrada grátis para vos acolher, agradecer o apoio prestado ao longo da época desportiva e fazer uma GRANDE FESTA NO FINAL DO JOGO
Não falte!»
Fonte: http://www.scalba.pt/site/
Obs. - Sugiro que desligue o som da Rádio Comercial (stop).
Obs. - Sugiro que desligue o som da Rádio Comercial (stop).
A aluna, de 14 anos, da Escola Integrada EB 1,2,3 de Pardilhó (Estarreja) que se queixou à GNR de ter sido violada na escola por um colega, de 17 anos, confessou nas últimas horas à Polícia Judiciária que inventou a história, confirmou, ao JN, uma fonte policial.
Na origem da mentira contra o aluno, contada, na passada terça- feira, pela rapariga - que foi acompanhada pelos pais - no posto da GNR de Avanca e depois na PJ de Aveiro, pode estar uma situação provocada pelo namoro entre os dois, um relacionamento reprovado pelos pais da aluna, conforme informou, ontem, o JN.
Segundo a versão inventada pela aluna, o colega violou-a numa sala de aula da EB depois de a ter ameaçado com uma arma branca. Acrescentou que o rapaz teria contado com a colaboração de uma colega para vigiar a sala de aula. Anteontem, ao final do dia, perante o interrogatório da PJ, a jovem admitiu ter mentido.
O relato surpreendeu os responsáveis da escola, que não querendo comentar directamente esta questão, afirmaram que "seria muito difícil haver uma violação na escola sem que ninguém e tivesse apercebido", conforme afirmou, ao JN, a directora da Escola Integrada de Pardilhó, Lurdes Pereira, que ontem voltou a recusar comentar o assunto, mesmo depois de ter sido informada pelas autoridades de que tudo não tinha passado de uma mentira da aluna.
Tal como ontem informou o JN, o casal em causa já tinha sido avisado pelos responsáveis da escola por comportamentos mais íntimos no interior da EB.
Fonte: JN
Se fosse aplicada a partir de hoje, a redução do número de deputados de 230 para 180 significaria uma poupança de cerca de 15 milhões de euros, até ao final desta legislatura. As contas são feitas pelo politólogo Manuel Meirinho com base no salário dos parlamentares e num valor aproximado de despesas com ajudas de custo. Um valor "irrisório" garante Meirinho, quando comparado com o montante que o Estado atribui aos partidos em subvenções, cerca de 160 milhões de euros.
O tema voltou à agenda política depois de o social-democrata Mota Amaral ter concordado com a petição pública que circula na Internet a pedir a redução de deputados - de 230 para 180 . Mas, mais uma vez, não tem pernas para andar, dado que o PS se opõe. A petição defende esta medida para que se "moralize o país" e classifica a eleição de 230 deputados como "oportunismo partidário". Ontem, a petição que será entregue na Assembleia já tinha 43.626 assinaturas, entre as quais a do ex-ministro das Finanças Medina Carreira.
Em desacordo com os argumentos da petição estão os especialistas Manuel Meirinho e Pedro Magalhães, para quem uma redução do número de deputados não teria "qualquer justificação técnica ou científica", mas apenas argumentos "populistas". Pedro Magalhães lembra que Portugal tem "um rácio normal no quadro europeu" e que 180 deputados "seria um número extremamente baixo". Além de que penalizaria "a proporcionalidade do sistema tanto para os pequenos partidos, como para a representatividade dos eleitores através dos círculos eleitorais".
O tema é recorrente e divide, mais uma vez, opiniões, a começar pelos partidos. Só o PSD está a favor desta redução. O PS rejeita "qualquer eliminação burocrática dos partidos mais pequenos, que não assegure a correcta representação eleitoral de todo o território", afirmou Francisco Assis, para quem esta proposta é "uma pressão populista" e um "passo perigoso" para "denegrir" a imagem do Parlamento. Ainda assim, os dois partidos admitem sentar-se para rever o modelo eleitoral do Parlamento, mas o PS só aceitar discutir a representatividade e proximidade entre eleitos e eleitores. O PSD quer usar a revisão constitucional para debater estas matérias "sempre na base da proporcionalidade" e não esquecendo a proposta de Passos Coelho do voto preferencial, como lembrou Luís Montenegro.
Do lado dos mais pequenos, BE, PCP e CDS rejeitam uma solução que os afastaria progressivamente do Parlamento. Mas nem dentro dos partidos as opiniões são consensuais, o próprio presidente do Parlamento, o socialista Jaime Gama, chegou a defender a redução do número de deputados, em 2006, meses depois de do PS ter fechado a porta a esta opção. Agora, prefere não "influenciar a agenda política".
Fonte: Económico